Manchete
Geovana sabia amar
Amava magistralmente
Poucas pessoas amavam como Geovana
que era íntima do amor.
Para ela:
O amor não era como nos livros
O amor se fosse uma pessoa, seria míope e perneta
O amor vendido, era como fotografia retocada no Photoshop
O amor quando puro e amadurecido, era dotado de uma simplicidade cotidiana descomplicada
O amor era mais amigo do tempo do que se é costumeiramente dito por aí
O amor podia ser visto mesmo em pocilgas e sarjetas
O amor era de uma crueza intraduzível
O amor era palpável, verdadeiro e dotado de uma dimensão da realidade que talvez não coubesse em metáforas laboriosas.
Dia desses Geovana foi encontrada inconsciente, nocauteada, com um calhamaço romântico na mão!
Fora sufocada
por um bando de poetas.
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