Arreprendimento
Reconstruo a ponte ainda ardente em chamas, estimando os antes queridos. Meu inferno quer se confessar. E eu deixo.
Desmaios primaveram na agulha de bússola, rosa dos ventos. Um efeito me estufa. "Não desabite minhas retinas, paixão destruidora! Que eu te amo por abismo quando preciso flor". Ouço a ambiguidade dessas frases... jogo as mágoas ao lume.
Que andei muito distante do meu próprio peito. Devo começar uma ponte
de safena.
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