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 O blog Palavrarismos é um espaço prático de literatura digital. Neste sítio, escrever é literalmente uma ação sináptica, visto que a estrutura dessa narrativa tem a prerrogativa ideal de se abrir para infinitas possibilidades e caminhos através de hiperlinks. Logo, o(a) leitor(a) tem papel ativo na acontecitura da sua própria rota, clicando nas palavras destacadas nos textos, que funcionam como as próprias janelas do pensamento humano. Além disso, os textos que compõem essa narrativa por vezes fazem referência à expressões de outros idiomas (contando também com exercícios de tradução) e/ou a elementos de outros campos artísticos, como a pintura e a música, bem como textos próximos à filosofia e de outras esferas do conhecimento humano. Essa pluralidade de referências servem como metáforas para o entendimento do próprio eu do poema, que acaba sendo parte também do(a) leitor(a). Faça o seu caminho nesta narrativa em rede! Para iniciar essa experiência, clique no botão INÍCIO .

Só mais tarde

Meu tempo é hoje Me faço, desfaço e enlaço  agora não me contenho Do passado, só me refaço  Como presente, só me tenho Docemente penteio dessa árvore, os cabelos Dos frutos que caem:  memoráveis lembranças saem Nas lambanças sapateio,  aqui o pretérito dança Se colho, me recolho  como e planto! - claro Que é pra frutificar Se no escuro me perco - claro Que é para depois me reencontrar Mas aí sou outra - mais que claro: Problema não há Existo e me fixo neste fugaz instante O paradoxal é minha espinha dorsal Faço do há pouco, um aprendizado Coisa do cão seria morrer  No passado ou  costurar futuro na pele do presente  - dói, sente? Passado o presente amarrotado, futuro adiante ante a esperançosa pupila, não sem antes, pensar Reflitir,  aprender para desconcluir: Seria eu a louca memória do por vir? Só sei que não há desafio que não en frente Sigo linha reta Mesmo que aos tropeços, pulo os calos da terra  Aqui no agora a minha vida  Ce...